património

Santo Aleixo
da Restauração

 



convento da tomina


igreja matriz



ermida de santo antónio

Em Santo Aleixo podemos encontrar vários monumentos de interesse histórico:

Convento da Tomina
fundado em 1709 pelo Padre Manuel de Jesus Maria e extinto em 6 de Fevereiro de 1840 (em ruínas e local de difícil acesso).

A Igreja Matriz
Monumento Nacional, cuja reedificação data de 1734.

Obelisco
em memória dos defensores de Santo Aleixo, inaugurado nos centenários da Independência da Restauração de Portugal em 1940.

Antas
ou pedras tanchadas na herdade da Negrita.

Capela de Santo António
Arquitectura religiosa, Moderno;
Capela da Negrita – Arquitectura religiosa, Moderno.

Igreja Paroquial de Santo Aleixo
Arquitectura religiosa, Moderno.

Numa zona fronteiriça, entre Santo Aleixo da Restauração e Aroche, junto ao Ribeiro de Pai Joannes, num local conhecido por sítio da Tomina, fundou Manuel de Jesus Maria, em 1686, um Convento que ficou conhecido por Convento da Tomina.
Para a constução deste cenóbio, muito contribuiu a população da área (especialmente a de Stº Aleixo da Restauração) que, prontamente se disponibilizou para destruir parte do rochedo existente nesse local, construindo sobre ele o edifício. A obra levou poucos anos a concluir e, não existindo qualquer imagem de Nossa Senhora no convento, este recebeu então a oferta de uma imagem de Nª Srª das Necessidades feita por Dª Isabel Xara, de Moura, imagem á qual se atribuem vários milagres e que ainda é muito venerada.
Em 1709, por decisão de D. João V, o Convento da Tomina ficou adstrito á Congregação dos Clérigos Regulares dos Doentes, chamados clérigos agonizantes, cuja principal missão consistia na assistência aos moribundos.
Daqui saíram os religiosos que fundaram os conventos de Nª Srª do Alcance em Mourão, Nª Srª de Sacaparte, em Alfaiates e de S. Pedro de Arronches.
Célebre ficou o mandato de destruição do Convento da Tomina por D. Pedro II, facto originado em questões relacionadas com ofertas efectuadas a Nª Srª da Conceição. De destacar que a população impediu a destruição do edifício, fazendo com que D. Pedro II voltasse atrás na decisão tomada. Para se redimir, D. Pedro II ofereceu ao Convento da Tomina um conjunto de paramentos riquíssimos, trabalhos chineses especialmente encomendados, composto por: três casulas, uma capa de asperges, um véu de ombros, uma dalmática, um pálio, bolsas de corporais, panos de estantes e três frontais elaborados em damasco branco com guarnição vermelha.